o narrador ocupa lugares periféricos no romance: o de filho bastardo da empregada com um dos dois irmãos e o de (re)produtor de uma história da qual, embora ele faça parte, não é o agente principal. Essa condição de subalternidade é reforçada pelo fato de que seu nome, na condição de narrador, só é revelado a poucas páginas do final da obra.