é fundamentada na existência do politeísmo, com suas divindades associadas à fenômenos naturais e a toda forma de abstração, com deuses locais, mas também nacionais. Os cultos eram realizados de forma pública e privada e por isso permitiase a adoração a divindades domésticas e pessoais, sendo que havia grande adoração a deuses funerários, fato que justificava a vida após a morte. Além disso, a figura política mais importante, o faraó, foi considerado um deus durante a maior parte da história do Egito.