Sobre José de Alencar, Alfredo Bosi, professor e crítico literário, afirma:
Alencar, cioso da própria liberdade, navega feliz nas águas do remoto e do longínquo. É sempre com menoscabo ou surda irritação que olha o presente, o progresso, “a vida em sociedade”; e quando se detém no juízo da civilização, é para deplorar a pouquidade das relações cortesãs, sujeitas ao Moloc¹ do dinheiro. Daí o mordente de suas melhores páginas dedicadas aos costumes burgueses em Senhora e Lucíola.
(História Concisa da Literatura Brasileira)
¹Moloc = deus cultuado pelos amonistas
A partir do comentário acima, pode-se afirmar que José de Alencar: