Anunciando, a princípio, a intenção de escrever um livro com sua história, Paulo Honório explica o seu original método: fazer a obra pela "divisão do trabalho". Para tanto, "Padre Silvestre ficaria com a parte moral e as citações latinas; João Nogueira aceitou a ortografia e a sintaxe; prometi ao Arquimedes a composição tipográfica; para a composição literária convidei Lúcio Gomes de Azevedo Gondim, redator e diretor do ‘Cruzeiro’. "(p.7). Há pleno acordo entre as partes envolvidas e o livro, com a ajuda de todos, vem a ser escrito. Porém, é um fracasso de vendas, razão da melancolia sentida pelo protagonista.