Em “Conto de escola”, o narrador em primeira pessoa, com base no modo machadiano de narrar, relembra um evento de sua infância no qual seu professor, Policarpo, pune-o por ter auxiliado, mediante pagamento, seu colega de classe, Raimundo, em uma lição de sintaxe. Essa punição tem um desfecho surpreendente: no dia seguinte, ao procurar a moedinha, o narrador mata aula, porque se encanta com o tambor de um batalhão de fuzileiros.