Tanto a identidade quanto a diferença, dirá o autor, são produtos da linguagem, e acrescenta que, sendo produtos da linguagem, a identidade e a diferença são resultados de processos de construção simbólicos e discursivos, não sendo, portanto, algo natural, como pretende o essencialismo. Nessa perspectiva, o autor concluiu que a identidade, tal como a diferença, é uma relação social e, como toda relação social entre sujeitos, constitui-se de disputas de/pelo poder. Silva (2003) alerta que a identidade e a diferença nunca são inocentes, porque na disputa pela identidade está a garantia do acesso privilegiado aos bens sociais. Logo, “onde há diferenciação, há poder”. (SILVA, 2003, p. 81).
Fonte: ALMEIDA; SILVA; SILVA; A Análise do Discurso em interface com os Estudos Culturais: um estudo da identidade nordestina. Cenários, Porto Alegre, n.12, 2° semestre 2015. Adaptado.
Em qual das alternativas abaixo NÃO há correspondência entre o uso da conjunção e seu correspondente efeito semântico?