Tendo produzido histórias que “fluem num ritmo tão espontâneo, que o caráter semidialetal da língua passa a segundo plano”, de acordo com o crítico Alfredo Bosi em sua História concisa da literatura brasileira, este escritor gaúcho representa “o caso limite de uma tradição ou cultura que se encarna em uma sensibilidade riquíssima sem perder nem desfigurar (ao contrário, sublinhando) seus traços específicos”.
Trata-se de