TEXTO:
Estudos sobre a prevalência de doenças crônicas
revelam gradientes que tendem a apresentar os valores
mais elevados nos segmentos economicamente
desfavorecidos. A magnitude das desigualdades varia
[5] com o tipo de problema de saúde e com os subgrupos
demográficos analisados. Reconhecidamente, estes
diferenciais tendem a declinar com o avanço da idade,
apresentando-se menos exuberantes nos idosos de que
nos adultos jovens e na infância, o que em parte decorre
[10] da mortalidade mais precoce que acomete as camadas
sociais mais carentes.
AZEVEDO BARROS, Marilisa Berti de. Tendências das desigualdades sociais e demográficas na prevalência de doenças crônicas no Brasil, PNAD: 2003- 2008. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ csc/v16n9/a12v16n9>. Acesso em: 20 nov. 2017.
A análise linguística do fragmento transcrito está correta em