Texto I - Inferno, inferno.
Não acreditava que um nome tão bonito
servisse para designar coisa ruim.
Texto II - Ele tinha querido que a palavra virasse
coisa e ficara desapontado quando a mãe se referira a
um lugar ruim, com espetos e fogueiras.
Texto III - Talvez Sinha Vitória dissesse a
verdade. O inferno devia estar cheio de jararacas e
suçuaranas, e as pessoas que moravam lá recebiam
cocorotes, puxões de orelhas e pancadas com bainhas de
faca.
Os trechos acima, da obra Vidas Secas, de Graciliano Ramos, indiciam função