TEXTO I
Quis ser escritor. Mas nem sempre. Quem escreve, creio, tem a possibilidade de reinventar-se: no criar histórias – mesmo que de reis e de rainhas, de nuvem-bailarina, de carro de brinquedo feito de cor não apreciada – é que o escritor vai se fazendo.
RITER, Caio. Eu e o silêncio do meu pai. São Paulo: Biruta, 2011, p.33.
TEXTO II
Ao ensaiar escrever sobre a importância do ato de ler, eu me senti levado – e até gostosamente – a “reler” momentos fundamentais de minha prática, guardados na memória, desde as experiências mais remotas de minha infância, de minha adolescência, de minha mocidade, em que a compreensão crítica da importância do ato de ler se veio em mim constituindo. Neste esforço a que me vou entregando, re-crio, e revivo, no texto que escrevo, a experiência vivida no momento em que ainda não lia a palavra.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. São Paulo: Cortez, 1989. p.9.
TEXTO II
Ao ensaiar escrever sobre a importância do ato de ler, eu me senti levado – e até gostosamente – a “reler” momentos fundamentais de minha prática, guardados na memória, desde as experiências mais remotas de minha infância, de minha adolescência, de minha mocidade, em que a compreensão crítica da importância do ato de ler se veio em mim constituindo. Neste esforço a que me vou entregando, re-crio, e revivo, no texto que escrevo, a experiência vivida no momento em que ainda não lia a palavra.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. São Paulo: Cortez, 1989. p.9.
Os textos I e II têm em comum a