Texto
XXXII
[...]
(Louvado seja Deus que não sou bom,
E tenho o egoísmo natural das flores
E dos rios que seguem seu caminho
Preocupados sem o saber
Só com florir e ir correndo.
É essa a única missão no Mundo,
Essa – existir claramente,
E saber fazê-lo sem pensar nisso. [...]
CAEIRO, Alberto. O guardador de rebanhos. Belém, PA: Ed. Estudos Amazônicos, 2012.
Depreende-se pela leitura do fragmento que o mundo para o eu poético é viver