A realidade mescla-se com a alucinação numa superposição de planos ante a morte próxima => o ser irracional sublima-se pela humanização, superando o instinto, vencendo a si próprio e, submisso, glorifica-se no perdão => “Não poderia morder Fabiano: tinha nascido perto dele, numa camarinha, sob a cama de varas, e consumira a existência em submissão, ladrando para juntar o gado quando o vaqueiro batia palmas”.