Todos reconheceram os direitos de Pedro Bala à chefia, e foi dessa época que a cidade começou a ouvir falar nos Capitães da Areia, crianças abandonadas que viviam do furto. Nunca ninguém soube o número exato de meninos que assim viviam. Eram bem uns cem e destes mais de quarenta dormiam nas ruínas do velho trapiche.
O trecho acima é do romance Capitães da Areia que, escrito em 1937, se inscreve entre os “romances proletários” de Jorge Amado. Considerando-o como um todo, é correto afirmar que