Tomei a iniciativa deste encontro com os homens que manipulam as notícias e vivem nobremente delas, para comemorarmos juntos mais um aniversário da nossa Revolução. Digo «nossa,» porque pretendemos que ela continue a ganhar a consciência nacional, de tal modo que muito brevemente ninguém neste País, nem mesmo entre aqueles que hoje a combatem, duvidará de que o Movimento de 31 de Março de 1964 nasceu dos impulsos mais profundos da Nação brasileira, inconformada com a estagnação em que se encontrava e disposta a romper, com energia e rapidez, a barreira do subdesenvolvimento. Mas digo «nossa Revolução» neste instante, sobretudo, porque ela foi obra também da Imprensa, que nos ajudou decisivamente na tarefa preliminar e importantíssima de esclarecer a opinião pública e despertá-la para os equívocos que muitas vezes a levaram a confundir anarquia com liberdade, e a tomar, em muitos casos, o estridor da demagogia irresponsável como expressão veemente da vontade de servir e realizar.
(Fonte: http://www.biblioteca.presidencia.gov.br acesso em 05/04/2017)
O trecho acima é de uma entrevista, concedida em 31 de março, de 1969, pelo General Arthur da Costa e Silva, referindo-se à instalação do regime militar no Brasil, o qual ocorreu com o apoio de setores da __________que repudiavam o avanço de ____________, propostas por João Goulart. Com base na _____________ea partir da Guerra da Coréia, passou-se a considerar a tese do ____________ e a militarização de todos os níveis da sociedade, com o fim de combater os movimentos sociais de esquerda.
Assinale a sequência que completa corretamente as lacunas das afirmações feitas.