Três meses após a soltura de 8 milhões de mosquitos machos transgênicos Aedes aegypti em Piracicaba (SP), os primeiros resultados apontaram que em cada 100 larvas analisadas, 70 continham os genes modificados em laboratórios. Tal gene impede que a prole dos mosquitos transgênicos atinjam a fase adulta e, consequentemente, infectem as pessoas com a doença.
Com base nas informações fornecidas, é correto afirmar que