Trinta anos após [o fim da] Guerra Fria, a configuração dos equilíbrios de poder mundiais e regionais mudou de maneira fundamental. Os Estados Unidos, que mantêm um poder militar considerável sobre o resto do mundo, devem levar em conta o progresso evidente de uma China que age com método e em longo prazo. [...] Ela é hoje forte o suficiente para propor quadros de socialização geopolíticos e geoeconômicos alternativos aos dos Estados Unidos.
(Olivier Zajec. “A nova ordem mundial que se aproxima”. Le monde diplomatique Brasil, novembro de 2020.)
As transformações do equilíbrio de força internacional implicaram