“Tudo o que se apresentava ao espírito em contrastes violentos e em formas impressionantes emprestava à vida cotidiana um tom de excitação e tendia a produzir essa perpétua oscilação entre o desespero e a alegria descuidosa, entre a crueldade e a ternura, que caracterizavam a vida da idade média”
(HUIZINGA, Johan. O declínio da Idade Média. 2 ed. Lisboa: Ulisseia, 1985, p. 10).
Sobre o processo de “desfeudalização” na Europa, suas causas e impactos socio espaciais, é possível afirmar, exceto: