Um dia, os imigrantes aglomerados na amurada da proa chegavam à fedentina quente de um porto, num silêncio de mato e de febre amarela. [...] Faziam as suas necessidades nos trens de animais onde iam. Jogavam-nos num pavilhão comum em São Paulo. Amontoados [...] num carro de bois, [...] chegavam uma tarde às senzalas donde acabava de sair o braço escravo.
(Oswald de Andrade. Marco Zero I: A revolução melancólica, 1978.)
O escritor descreve