Um dos aspectos que influencia na confiabilidade de um exame é a acurácia, ou seja, a capacidade de reconhecer a verdadeira presença - ou ausência - de um vírus no organismo do indivíduo. Esta, por sua vez, é composta pela sensibilidade, que é a probabilidade que um teste tem de identificar uma pessoa verdadeiramente doente, dentre as pessoas que apresentam apenas a suspeita da doença. Já a especificidade é a probabilidade de o teste apresentar um resultado negativo em pessoas que não possuem a doença.
Um estudo realizado com 360 pessoas revelou que:
1/3 das pessoas são doentes e as demais são sadias;
15% das pessoas doentes receberam resultado negativo nesse exame;
48 pessoas sadias receberam resultado positivo nesse exame.
De acordo com as informações, pode ser afirmado que: