Um estudante deseja estimar quantas moléculas de ar colidem em um segundo com um ponto-final impresso em uma folha de papel. Ele considera que, se o ponto-final impresso tiver um raio de aproximadamente 0,2 mm, irá ocupar uma área de 1,3 × 10–7 m2, que é equivalente à área de uma esfera de raio 0,1 mm, conforme ilustrado na figura.
Considerando o ar um gás ideal composto principalmente de nitrogênio, é razoável supor que, nas condições normais de temperatura e pressão (CNTP), dentro dessa pequena esfera podem estar contidas 1,1 × 1014 moléculas de nitrogênio. Para chegar à estimativa de quantas moléculas de ar colidem em 1 segundo com o ponto-final impresso, o estudante admite que, no interior dessa esfera, cada molécula tem velocidade média de 500 m/s em trajetória retilínea e colide elasticamente com as paredes internas da esfera somente em pontos diametralmente opostos dela, ou seja, este caminho é o próprio diâmetro da esfera.
Dessa forma, a quantidade de moléculas de ar que colidem com o ponto-final impresso no papel no intervalo de 1 segundo é da ordem de