Um novo tipo de circuito eletrônico que se dissolve em contato com líquidos, após cumprir sua função, acaba de ser desenvolvido por uma equipe internacional de cientistas. O circuito eletrônico biodegradável é um chip que apresenta componentes que se dissolvem em água ou em fluidos corporais porque têm dimensões nanométricas. Quem controla a dissolução do conjunto é seu envoltório, feito de seda, especialmente produzida pelo bicho-da-seda. Para garantir a característica semicondutora dos elementos ativos do chip e permitir o seu funcionamento, usou-se o silício, o material mais apropriado para essa função. Um circuito eletrônico, além dos elementos ativos, contém vários elementos passivos, como resistores, capacitores e indutores, nesse caso, fabricados com nanofios de magnésio e óxido de magnésio, que têm dissolução quase imediata quando entram em contato com o meio aquoso. Essa nova classe de dispositivos biodegradáveis tem grande aplicação na medicina porque apresenta biocompatibilidade e quantidades de substâncias muito menores do que aquelas usadas em procedimentos médicos corriqueiros, como cirurgias intravasculares, encapsulamento de medicamentos e suturas.
(SANTOS, TIRABOSCHI, 2012).
Ci entis tas conseguiram modificar geneti cament e os bichos-da-seda e fazer com que eles produzissem um fio muito mais forte e resistente, como são os fios das teias de aranha.
Especialistas acreditam que, se a teia dessa aranha tivesse os fios com a espessura de 0,75cm de diâmetro, seria capaz de suportar um peso equivalente a 180000kg, assim, admitindo-se que o diâmetro do fio é diretamente proporcional à massa que ele é capaz de suportar, considerem-se três fios de teia de aranha, F, G e H, cujos diâmetros medem, respectivamente, x, y e z centímetros e tais que a soma das massas que cada um suporta é igual a 300kg.
Sabendo-se que y = 4x – z , é correto afirmar que a maior massa que F é capaz de suportar é, em kg, igual a