Um técnico envolvido em uma situação relativa a placas sendo aquecidas recorre ao seu velho manual de Física, o qual descreve como calcular variações de área devido a alterações na temperatura de um sólido. Segundo este manual, se inicialmente a placa possui uma área A0 numa temperatura inicial t0, e sua temperatura aumentar para uma valor t, a placa sofre uma variação de área ∆A = A0.β.∆t, onde ∆t = t – t0 e β é uma constante característica do material que constitui a placa, denominada coeficiente de dilatação superficial. O referido manual ainda citava que, se tivéssemos um corpo no qual predominasse uma única dimensão (dilatação linear), deveríamos considerar uma variação apenas no seu comprimento, e a constante de dilatação teria a metade do valor encontrado para o caso superficial.
Suponha que a experiência do técnico consiste numa placa com área inicial de 6,000 m2 a 0°C, que ao ter sua temperatura elevada para 100°C, passa a ter uma área de 6,003 m2.
O valor do coeficiente de dilatação linear, em °C-1, do material que constitui a placa, é: