Um telejornal noticiou, no dia 8 de agosto de 2014, resultados obtidos em um aterro, na cidade de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, decorrentes do uso de tecnologia para o tratamento do suco do lixo. Um líquido escuro, tóxico, denominado chorume, pode contaminar as águas subterrâneas. Utilizando tecnologia alemã, o chorume recolhido do aterro vira água pura, destilada. Diz o noticiário: “por enquanto, a água destilada está sendo usada para baixar a poeira dentro do próprio aterro. Um banho de luxo, até que novos negócios transformem essa água em uma fonte de receita para quem cuida do lixo”.
Embora a tecnologia empregada no aterro de São Gonçalo represente um avanço importante para a preservação do meio ambiente, podem-se agregar valores a esse procedimento, fazendo o uso mais nobre da água obtida, utilizando-a em ambientes que necessitem de água