Uma análise feita pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) indica que, após a chegada do petróleo no Nordeste, houve a diminuição de cerca de 47% no número de espécies invertebradas nos recifes de corais da região analisada. Além disso, a mortalidade dos corais, que normalmente era de cerca de 5% ao ano, aumentou para 51,92%. Este fenômeno pode ser observado pelo branqueamento do coral, um sinal de que o ser vivo está doente e pode morrer.
(https://veja.abril.com.br, 25.11.2019. Adaptado.)
O branqueamento dos corais, no contexto apresentado no texto, é uma consequência direta