Uma jovem solteira decidiu fazer valer o direito de seu filho ter o nome do pai no registro de nascimento.
Ao entrar na justiça com o pedido de reconhecimento de paternidade, a mãe do garoto indicou quatro homens como possíveis pais do menino.
Em sua cidade não havia recursos para se fazer exame de DNA, razão pela qual o juiz que estava julgando o caso recorreu a um laboratório de análises local, solicitando que fosse determinado o tipo sanguíneo, dos sistemas ABO e Rh, dos envolvidos.
Os exames revelaram os resultados apresentados na tabela:
Com base nesses dados, o juiz, auxiliado pelos agentes de saúde do local,