Uma pesquisa realizada pela Universidade de Campinas revelou que os rios que abastecem de água as cidades dessa região do interior paulista têm qualidade insatisfatória. Os contaminantes encontrados são hormônios estradiol e progesterona, diclofenaco, substância usada como anti-inflamatório, metabólitos de esteroides, como coprostanol e também cafeína, dentre outros. O Ribeirão Anhumas representa o caso mais gritante de poluição, com concentrações que atingem 106 μg/L para cafeína. Essa contaminação tem, provavelmente, origem nos esgotos domésticos, que são despejados nesses rios. Contaminações desse tipo ocorrem também em países europeus, entretanto em concentrações muito menores. Na Alemanha, por exemplo, a concentração de cafeína na água é de, no máximo, 1 μg/L.
(Jornal da Unicamp, edição 346, dez. 2006)
Em uma residência da região de Campinas, que tem um reservatório de caixa d’água com capacidade de 1,00 m3, a quantidade máxima de cafeína, em miligramas, que pode ser encontrada dentro desse reservatório, quando ele se encontra repleto de água, é igual a