“VACINAR MENINOS. JÁ! Margaret Stanley, do Departamento de Patologia da Universidade de Cambrige (Reino Unido), faz um apelo, em texto de uma página, na Revista Nature: “Não é ético, seguro ou responsável do ponto de vista social” ter uma política de saúde pública que força os homens a contar com a imunidade em massa das mulheres, a qual demorará ainda décadas para se manifestar. A frase é um apelo a favor da vacinação de garotos contra o HPV. A peça opinativa ressalta que os casos de câncer associados a esse vírus já são comparáveis entre homens e mulheres, nos países desenvolvidos (...) os números citados por Stanley dão peso a seus argumentos. Para a Europa, os casos anuais estimados são: câncer de pênis ( 1.090); câncer de vulva e vaginal ( 3.850); câncer cervical (23.250); câncer anal (1.700 homens, 2.930 mulheres); Verrugas genitais ( 325.700 homens, 289.000 mulheres); Câncer de pescoço e cabeça (12.700 homens e 2.539 mulheres); ainda, de amígdala, língua, laringe. Estes últimos tendo como principal fator de risco o sexo oral, segundo a pesquisadora. Os números justificam a vacinação.”
(FONTE: Ciência Hoje, outubro/2012, modificado)
Stanley, em seu texto, informa que apenas os EUA, o Canadá e a Austrália recomendam a vacinação de meninos – na Austrália, a partir do próximo ano, todos os meninos de 12 e 13 anos serão vacinados em massa. Ao resumir seu pleito, a pesquisadora dita uma palavra de ordem: “Vamos começar a vacinação dos homens agora mesmo.”
Considerando o texto acima e seus conhecimentos sobre a imunidade, podemos afirmar que os garotos canadenses serão capazes de (assinale a resposta CORRETA):