VASO CHINÊS
Estranho mimo, aquele vaso! Vi-o
Casualmente, uma vez, de um perfumado
Contador sobre o mármor luzidio,
Entre um leque e o começo de um bordado.
Fino artista chinês, enamorado
Nele pusera o coração doentio
Em rubras flores de um sutil lavrado,
Na tinta ardente, de um calor sombrio.
Mas, talvez por contraste à desventura –
Quem o sabe? – de um velho mandarim
Também lá estava a singular figura;
Que arte, em pintá-la! A gente acaso vendo-a
Sentia um não sei quê com aquele chim
De olhos cortados à feição de amêndoa.
Julgue como verdadeiras (V) ou como falsas (F) a identificação, entre parênteses, dos referentes para os termos sublinhados.
_____ "Estranho mimo, aquele vaso! Vi-o" (Estranho mimo).
_____ "Nele pusera o coração doentio" (mármor luzidio).
_____ "Quem o sabe? – de um velho mandarim" (velho mandarim).
_____ "Que arte, em pintá-la!" (arte).
_____ "A gente acaso vendo-a" (singular figura).
A sequência CORRETA é a seguinte: