Villa-Lobos foi o artista, que mereceu mais destaque na Semana de Arte Moderna. O compositor carioca esteve presente nos dois primeiros festivais e ganhou um espetáculo – o terceiro – inteiramente dedicado à sua música. Apresentou ao todo vinte peças – duas sonatas, dois trios, dois quartetos, um octeto, seis composições para canto e piano, e sete para piano solo.
(GONÇALVES, Marcos Augusto. 1922: A semana que não terminou. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 314. Adaptado.)
Sobre a personagem e o evento apresentados no texto, é CORRETO afirmar que