Virgínia – Eu também. Vamos, agora que teu pai está ocupado, lá
embaixo, fazendo - há três noites - não sei o quê, e não aparece.
Depois será tarde.
Ana Maria – Não.
Virgínia (contendo-se) - Então, não queres? Desconfias de mim?
(agressiva) Eu quero te levar daqui, desse quarto que é apertado
como um túmulo... Ficar aqui é a morte. Tu estás morta.
RODRIGUES, Nelson. Anjo Negro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005. p. 86.
Pela leitura deste fragmento de Anjo Negro, depreende-se que