Você sabe quanto ingeriu hoje, por exemplo, de magnésio, cobre, selênio, zinco ou iodo? Provavelmente não faça a mínima ideia, não é mesmo? Na hora de pensar uma dieta, essas substâncias acabam passando quase que completamente despercebidas pela maioria das pessoas. Mas, acredite: elas são fundamentais para a saúde do organismo e, muitas delas, estão diretamente relacionadas à saúde cerebral. Nutricionista e doutora em Neurociência pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Bettina Moritz explica que o desequilíbrio desses elementos no organismo pode contribuir para o surgimento de patologias mentais severas, como Parkinson, Alzheimer e depressão. Ainda assim, pouca importância é dada à sua dosagem adequada na alimentação. “A vida não é feita só de calorias, e muitos modismos e dietas comprometem a ingestão desses micronutrientes”, explica.
Na relação de micronutrientes que a especialista considera essenciais para o bom funcionamento do cérebro, ela destaca o selênio, o zinco e o magnésio. Estes dois últimos, em particular, têm preocupado os profissionais da área da saúde considerando os níveis inadequados em que aparecem na dieta da população brasileira, em parte decorrente da vida agitada e estressante dos tempos modernos. Mas, não se preocupe: a carência dessas substâncias pode ser evitada com uma dieta equilibrada. De acordo com os especialistas, a melhor alimentação para o cérebro é aquela rica em frutas, verduras e alimentos integrais. Peixes e ovos são também uma ótima opção, desde que consumidos com moderação.
Disponível em: . Acesso em: 22 ago. 17. (Parcial e adaptado.)
Em relação aos nove elementos químicos representados no infográfico acima, assinale a alternativa correta.