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Na antiga pólis grega de Esparta, indivíduos que não se adequavam ao ideal de guerreiro, como pessoas com deficiência, eram marginalizados e descartados da sociedade. Fora do contexto histórico, a sociedade brasileira contemporânea, embora não replique tal prática, ainda apresenta traços de exclusão que se manifestam no [TEMA]. Nesse sentido, é crucial analisar as raízes dessa problemática, com destaque para [TESE 1] e [TESE 2].
Na antiga pólis de Esparta, havia a prática da eugenia, ou seja, a segregação dos denominados “imperfeitos”, como, por exemplo, os deficientes. Passados 2000 anos, o preconceito contra esse grupo aind
Na antiga Esparta, crianças com deficiência eram assassinadas, pois não poderiam ser guerreiras, profissão mais valorizada na época. Na contemporaneidade , tal barbárie não ocorre mais, porém há grand
Mais família e menos mídia Em Esparta, importante pólis grega, os meninos eram exaustivamente treinados para serem guerreiros que defenderiam sua cidade. Hoje, no Brasil, as crianças não tem essa pre
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