Texto VIII Dona Petronilha – vamos chamá-la assim, pois como não conheço mesmo ninguém com esse nome, servirá ele para batizar essa dama. Dama que existiu com sua voz macia e olhos de aço, [...]. Fala
ResolverLiteratura
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3mProf. Mila Kalil
3m
4mProf. Passei! - ENEM E VESTIBULARES
4mProf. Saber em Foco
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Texto VIII Dona Petronilha – vamos chamá-la assim, pois como não conheço mesmo ninguém com esse nome, servirá ele para batizar essa dama. Dama que existiu com sua voz macia e olhos de aço, [...]. Fala
ResolverLeia o texto a seguir para responder a questão. Os urubus e os sabiás Tudo aconteceu numa terra distante, no tempo em que os bichos falavam... Os urubus, aves por natureza becadas, mas sem dotes para
ResolverA alegoria é um recurso expressivo em que ideias abstratas, valores ou críticas sociais são representados por imagens, personagens, situações ou narrativas com sentido simbólico. Quando ligada à denúncia político-social, ela serve para expor injustiças, abusos de poder, desigualdades e problemas coletivos de forma indireta, muitas vezes por meio de metáforas ampliadas, ironia e construção simbólica. Esse tema aparece com frequência em textos literários, charges, crônicas, poemas e obras de caráter crítico, exigindo do estudante a capacidade de perceber o sentido literal e o sentido figurado ao mesmo tempo.
Nos vestibulares, esse conteúdo é importante porque ajuda a interpretar textos que não dizem tudo de maneira explícita, mas sugerem críticas profundas à sociedade e à política. Em provas como ENEM, UERJ e UNESP, é comum que a questão peça a identificação da intenção do autor, do efeito de sentido ou da relação entre forma e crítica social. Nos estudos, vale focar na leitura atenta do contexto, na identificação de símbolos recorrentes, no papel da ironia e na diferença entre alegoria, metáfora e sátira. Também é essencial relacionar o texto ao momento histórico e às tensões sociais que ele denuncia, pois isso costuma ser decisivo para a interpretação correta.
[imagem] Metonímia é a figura de linguagem em que a parte representa o todo, ou vice-versa. No romance,
ResolverTexto para a questão. Inocentes do Leblon Os inocentes do Leblon não viram o navio entrar. Trouxe bailarinas? trouxe imigrantes? trouxe um grama de rádio? Os inocentes, definitivamente inocentes, tudo
ResolverA seguir, leia o texto, do escritor juiz-forano Edimilson de Almeida Pereira, para responder à questão. TEXTO Relato A notícia irrompe de afluentes oclusos. Nem há gentileza, o morno espanto das notíc
Resolver...já estamos no VII Seminário e até agora, nada de objetivo, que a população ratal já está se multiplicando sete mil vezes depois do I Seminário, que temos agora cem ratos para cada habitante, que na
ResolverOssos do ofício Uma vez uma besta do tesouro, Uma besta fiscal, Ia de volta para a capital, Carregada de cobre, prata e ouro; E no caminho En
ResolverTexto III EM AMNÉSIA Existem a Polinésia, a Indonésia e , pouca gente sabe, a Amnésia, um pequeno arquipélago no Pacífico cuja principal indústria é a fitinha para amarrar no dedo e lembrar o que não
ResolverOssos do ofício Uma vez uma besta do tesouro, Uma besta fiscal, Ia de volta para a capital, Carregada de cobre, prata e ouro; E no caminho En
ResolverO ensino na Bruzundanga [1] Já vos falei na nobreza doutoral desse país: é lógico, portanto, que vos fale do ensino que é [2] ministrado nas suas escolas, donde se origina essa nobreza. Há diversas es
ResolverMorte e vida severina [1] Esta cova em que estás, com palmos medida É a conta menor que tiraste em vida É de bom tamanho, nem largo, nem fundo [4] É a parte que te cabe deste latifúndio Não é cova g
ResolverInstrução: A questão toma por base um fragmento do livro Comunicação e folclore, de Luiz Beltrão (1918-1986). O Bumba-Meu-Boi Entre os autos populares conhecidos e praticados no Brasil – pastoril, fan
ResolverTEXTO O acendedor de lampiões Lá vem o acendedor de lampiões da rua! Este mesmo que vem infatigavelmente, Parodiar o sol e associar-se à lua Quando a sombra da noite enegrece o poente! Um, dois
Resolver10 de maio Fui na delegacia e falei com o tenente. Que homem amavel! Se eu soubesse que ele era tão amavel, eu teria ido na delegacia na primeira intimação. [...] O tenente interessou-se pela educação
ResolverLeia o poema Açúcar, de Ferreira Gullar, com atenção. Em lugares distantes, onde não há hospital nem escola homens que não sabem ler e morrem de fome aos 27 anos plantaram e colheram a cana que virar
Resolver“DOROTEA O senhor perdeu a cabeça? DULCINEA Fazer de um cangaceiro um delegado! DOROTEA Quando a oposição souber! DULCINEA Que prato pra Neco Pedreira! ODORICO<b
ResolverA certa altura da peça Auto da Compadecida, de autoria de Ariano Suassuna, um personagem faz a seguinte afirmação: “Os donos de terras é que perderam hoje em dia o senso de sua autoridade. Veem-se sen
Resolver“Para inaugurar é preciso ter um defunto. Mas, por desgraça, nenhum turista se afoga, nenhuma calamidade se abate sobre a cidade e os moribundos têm o desplante de ressuscitarem. Na ordem estabelecida
ResolverLeia o poema de Thiago de Mello para responder à questão. Milagre que dói De que me vale a mordida inútil da indignação perante a fome que fere a vida da multidão de deserdados do mundo? De que me val
ResolverNo livro A cabra vadia: novas confissões, Nelson Rodrigues inicia a crônica “Os dois namorados” com a seguinte afirmação: “há coisas que um grã-fino só confessa num terreno baldio, à luz de archotes,
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