Retrato do artista quando coisa 1. A maior riqueza 2. do homem 3. é a sua incompletude. 4. Nesse ponto 5. sou abastado. 6. Palavras que me aceitam 7. como sou 8. — eu
ResolverLiteratura
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Retrato do artista quando coisa 1. A maior riqueza 2. do homem 3. é a sua incompletude. 4. Nesse ponto 5. sou abastado. 6. Palavras que me aceitam 7. como sou 8. — eu
ResolverFala aos inconfidentes mortos [1] Treva da noite, lanosa capa nos ombros curvos [4] dos altos montes aglomerados... Agora, tudo [7] jaz em silêncio: amor, inveja, ódio, inocência, [10] no imenso tempo
ResolverA Análise Poética de Obras estuda como um poema ou texto literário produz sentidos por meio da linguagem, da forma e do contexto. Esse tópico envolve observar o eu lírico, o tema, as imagens, as figuras de linguagem, o ritmo, a métrica, as rimas, a sonoridade e a organização dos versos e estrofes, além de relacionar esses elementos à interpretação global da obra. Também é importante perceber como o poema dialoga com o momento histórico, com a escola literária e com a visão de mundo do autor, quando isso for relevante para a leitura.
Esse conteúdo é muito cobrado em vestibulares porque exige leitura atenta e interpretação refinada, habilidades centrais em provas da UFRGS, UFU, PUC-SP, PUC-RS e UnB. Em vez de apenas identificar características formais, o estudante precisa explicar como elas constroem efeitos de sentido e sustentam a mensagem do texto. Por isso, vale focar na relação entre forma e conteúdo, na identificação de recursos expressivos e na comparação entre diferentes poemas e estilos. Treinar leituras comentadas e revisar conceitos de versificação ajuda bastante a ganhar segurança nas questões.
Leia o poema Igreja, de Carlos Drummond de Andrade. Igreja Tijolo areia andaime água tijolo. O canto dos homens trabalhando trabalhando mais
ResolverAtente para estes versos de Manuel Bandeira: Não quero amar, Não quero ser amado, Não quero combater, Não quero ser soldado. − Quero a delícia de poder sentir as coisas mais simples. Nesses versos,<b
ResolverTexto para responder à questão Órfã Não adianta fugir dessa realidade Quando te trazem aos braços Uma criança que nem dois anos completos tem E tua boca que gargalhadas davam Ao sabor do álcool Se cal
ResolverTexto para o item. [...] [1] uma dança de espadas esta [4] escrita delirante lâminas cursivas [7] a lua entre dois dragões [10] com uma haste de bambu passar
ResolverDois e dois: quatro Como dois e dois são quatro sei que a vida vale a pena embora o pão seja caro e a liberdade pequena. Como teus olhos são claros e a tua pele, morena<b
ResolverINSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia os poemas abaixo, de Mario Quintana, e analise as afirmativas. Poema A Nunca ninguém sabe se estou louco para rir ou para chorar... Por isso o meu verso tem e
ResolverArte poéticaEscrever um poemaé como apanhar um peixecom as mãosnunca pesquei assim um peixemas posso falar assimsei que nem tudo o que vem às mãosé peixeo peixe debate-setenta escapar-seescapa-seeu pe
ResolverTexto Pneumotórax Febre, hemoptise, dispneia e suores noturnos. A vida inteira que podia ter sido e que não foi. Tosse, tosse, tosse. Mandou chamar o médico: — Diga trinta e três. — Trint
ResolverLeia, com atenção, o poema de Cassiano Ricardo: POÉTICA Que é a Poesia? uma ilha cercada de palavras por todos os lados. Que é o Poeta? um homem que trabalha o poema com o
ResolverLeia os versos de Manoel de Barros. Escrever nem uma coisa Nem outra — A fim de dizer todas — Ou, pelo menos, nenhumas. Assim, Ao poeta faz bem Desexplicar — Tanto quanto escurecer acende os vaga-lume
ResolverTexto para a questão Museu da Inconfidência* São palavras no chão e memória nos autos. as casas inda restam, os amores, mais não. E restam poucas roupas, sobrepeliz de
ResolverO artista inconfessável Fazer o que seja é inútil. Não fazer nada é inútil. Mas entre fazer e não fazer mais vale o inútil do fazer. [5] Mas não, fazer para esquecer que é inútil: nunca o esquecer. Ma
ResolverLeia o poema “Encontro”, retirado do livro Claro enigma (1951), de Carlos Drummond de Andrade. Encontro Meu pai perdi no tempo e ganho no sonho. Se a noite me atribui poder de fuga, sinto logo meu pai
ResolverLeia o texto de Eliane Potiguara para responder as questões 37 e 38. A chegada do Pitiguary* ancestral Autora: Eliane Potiguara Quando o vi co’a maraca negra No meio da relva verde e do rubro entardec
ResolverLeia o poema a seguir e responda à questão Minha desgraça Minha desgraça, não, não é ser poeta, Nem na terra de amor não ter um eco, E meu anjo de Deus, o meu planeta, Tratar-me como trata-se um bonec
ResolverLeia o poema abaixo, para responder à questão 10. Nua & Crua Estupidifica-me a palavra nua qual cadáver sem expressão. Palavra-corpo morto, solto no hiperespaço da língua. Amo a palavra viva, pul
ResolverHino à Razão Antero de Quental Razão, irmã do Amor e da Justiça, Mais uma vez escuta a minha prece. É a voz dum coração que te apetece, Duma alma livre só a ti submissa. Por ti é que
ResolverNo bloco superior abaixo, estão listados títulos de canções de Elis & Tom; no inferior, comentários sobre essas canções. Associe adequadamente o bloco inferior ao superior. 1 - Modinha 2 - Retrato em
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