Importuna Razão, não me persigas Importuna Razão, não me persigas; Cesse a ríspida voz que em vão murmura, Se a lei de Amor, se a força da ternura, Nem domas, nem contrastas, nem mitigas. Se acusas os
ResolverLiteratura
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Importuna Razão, não me persigas Importuna Razão, não me persigas; Cesse a ríspida voz que em vão murmura, Se a lei de Amor, se a força da ternura, Nem domas, nem contrastas, nem mitigas. Se acusas os
ResolverAtrás de portas fechadas, à luz de velas acesas, entre sigilo e espionagem, acontece a Inconfidência. E diz o Vigário ao Poeta: “Escreva-me aquela letra do versinho de Vergílio... E dá-lhe o papel e a
ResolverO Arcadismo é um movimento literário do século XVIII que valoriza a razão, a simplicidade, o equilíbrio e a imitação dos modelos clássicos da Antiguidade greco-latina. Na literatura brasileira, ele aparece em um contexto de influência do Iluminismo e de crítica aos excessos do Barroco, com poemas que idealizam a vida no campo, a natureza e o amor de forma mais serena. Também é importante conhecer seus autores, como Cláudio Manuel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga e Basílio da Gama, além de expressões típicas do período, como o uso de pseudônimos pastoris e referências à vida bucólica.
Esse tema é muito cobrado em vestibulares porque ajuda a identificar características de escolas literárias, comparar estilos e interpretar poemas com mais segurança. Em provas como UEA, UPE, PUC-Campinas, UFAM e UnB, é comum aparecerem questões sobre contexto histórico, linguagem, temas recorrentes e relação entre literatura e sociedade colonial. Para estudar bem, foque nas principais marcas do Arcadismo, nas diferenças em relação ao Barroco e nas obras mais representativas, prestando atenção também aos elementos de idealização da natureza, do amor e da vida simples, que costumam ser centrais nas questões.
Meu ser evaporei na lida insana Do tropel de paixões, que me arrastava: Ah! Cego eu cria, ah! Mísero eu sonhava Em mim quase imortal a essência humana: Manuel Maria Barbosa du Bocage Observaçã
ResolverTer Gutenberg escolhido a Bíblia como primeiro livro a ser divulgado amplamente foi um gesto revolucionário; foi colocar o sagrado em mãos profanas. Mas vai ser no século XVIII, com o Iluminismo, apro
ResolverPara cantar de amor tenros cuidados, Tomo entre vós, ó montes, o instrumento; Ouvi pois o meu fúnebre lamento; Se é, que de compaixão sois animados: Já vós vistes, que aos ecos magoados Do trácio Orfe
ResolverLeia a letra da canção “Casa no campo”, de Zé Rodrix e Tavito. Casa No Campo Eu quero uma casa no campo Onde eu possa compor muitos rocks rurais E tenha somente a certeza Dos amigos do peito e nada ma
ResolverConsidere as alternativas a seguir sobre o Arcadismo e assinale a INCORRETA.
Resolver[1] Eu, Marília, não fui nenhum vaqueiro, fui honrado pastor da tua aldeia; vestia finas lãs e tinha sempre [4] a minha choça do preciso cheia. Tiraram-me o casal e o manso gado, nem tenho a que me en
ResolverOs Textos 1, 2, 3, 4 e 5 servem de base à Questão. Texto 1 [imagem] <small
ResolverConsidere o trecho da “lira XIV” da obra Marília de Dirceu, de Tomás Antonio Gonzaga, para responder à questão. Que havemos de esperar, Marília bela? Que vão passando os florescentes dias? As glórias,
ResolverTorno a ver-vos, ó montes; o destino Aqui me torna a pôr nestes outeiros, Onde um tempo os gabões deixei grosseiros Pelo traje da Corte, rico e fino. Aqui estou entre Almendro, entre Corino, Os meus f
ResolverO poema abaixo dialoga com as liras de Marília de Dirceu. Haicai tirado de uma falsa lira de Gonzaga Quis gravar “Amor” No tronco de um velho freixo: “Marília” escrevi. (BANDEIRA, Manuel. estrela da v
ResolverTexto 1 Eu, Marília, não sou algum vaqueiro, Que viva de guardar alheio gado; De tosco trato, d’expressões grosseiro, Dos frios gelos, e dos sóis queimado. Tenho próprio casal , e nele assisto;</div
ResolverProtestos a Arminda Conheço muitas pastoras Que beleza e graça têm, Mas é uma só que eu amo Só Arminda e mais ninguém. Revolvam meu coração Procurem meu peito bem, Verão estar den
ResolverO tópico clássico do locus amoenus está bem exemplificado nos seguintes versos do poeta Manuel Maria Barbosa du Bocage:
Resolver[4] Eu, Marília, não sou algum vaqueiro, que viva de guardar alheio gado, de tosco trato, de expressões grosseiro, dos frios gelos e dos sóis queimado. Tenho próprio casalENF e nele assistoEOF; dá-me
ResolverExamine a tela do pintor Alvan Fisher (1792-1863). [imagem] É possível relacionar essa tela
ResolverLeia a posteridade, ó pátrio Rio, Em meus versos teu nome celebrado; Por que vejas uma hora despertado O sono vil do esquecimento frio: Não vês nas tuas margens o sombrio, Fresco assento de um álamo c
ResolverLeia os versos abaixo. “Quem deixa o trato pastoril, amado, Pela ingrata civil correspondência, Ou desconhece o rosto da violência, Ou do retiro a paz não tem provado." Ainda é corrente entre nós a vo
ResolverOnde estou? Este sítio desconheço: Quem fez tão diferente aquele prado? Tudo outra natureza tem tomado; E em contemplá-lo tímido esmoreço. Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço De estar a ela um dia
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