Leia um trecho de Conto de escola, de Machado de Assis. A escola era na rua do Costa, um sobradinho de grade de pau. O ano era de 1840. Naquele dia – uma segundafeira, do mês de maio – deixei-me estar
ResolverLiteratura
97 questões
35sProf. FTD Educação
52sProf. FTD Educação
1mProf. Sistema Positivo de Ensino
2mProf. ENEM EM 3 MINUTOS
2mProf. Luiz Phellipe Ribeiro Rodrigues
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Leia um trecho de Conto de escola, de Machado de Assis. A escola era na rua do Costa, um sobradinho de grade de pau. O ano era de 1840. Naquele dia – uma segundafeira, do mês de maio – deixei-me estar
ResolverSe um dia eu voltar a escrever ensaios, vou querer o que é o máximo. E o máximo deverá ser dito com a matemática perfeição da música, transposta para o profundo arrebatamento de um pensamento-sentimen
ResolverEstilo e voz autoral dizem respeito à maneira singular como um escritor organiza a linguagem para construir sentido, emoção e identidade no texto. Esse tópico envolve escolhas de vocabulário, ritmo, sintaxe, figuras de linguagem, tom, ponto de vista e marcas de subjetividade que permitem reconhecer a presença do autor na obra. Também inclui a relação entre forma e conteúdo, isto é, como a maneira de escrever reforça temas, personagens e efeitos de sentido.
Esse conteúdo é importante para os vestibulares porque muitas questões de Literatura e Interpretação cobram a identificação de traços estilísticos, a comparação entre autores e a análise de como a linguagem produz significado. Em provas como UNIFOR, PUC-RS, UEA, UNEMAT e FDF, é comum que o estudante precise perceber diferenças entre linguagem objetiva e subjetiva, entre narradores e vozes poéticas, além de reconhecer marcas de estilo em trechos literários. Para estudar bem, vale focar na leitura atenta de excertos, na observação do tom do texto e na relação entre escolhas linguísticas e efeitos expressivos, sempre perguntando o que torna aquela escrita única e como isso contribui para a interpretação.
Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, d
ResolverTexto para o item De mim, pessoa, vivo para a minha mulher, que tudo modo-melhor merece, e para a devoção. Bem-querer de minha mulher foi que me auxiliou, rezas dela, graças. Amor vem de amor. Digo. E
ResolverRio, 6 de maio de 1946. Clarice Seminarstrasse é decididamente a única rua do mundo em que você poderia morar: estou imaginando um calçamento de pedras, certinho, uma ladeira até o fim, o Consulado nu
ResolverO APANHADOR DE DESPERDÍCIOS Uso a palavra para compor meus silêncios. Não gosto das palavras fatigadas de informar. Dou mais respeito às que vivem de barriga no chão tipo água pedra sapo.
ResolverHá meio século, os escravos fugiam com frequência. Eram muitos, e nem todos gostavam da escravidão. Sucedia ocasionalmente apanharem pancada, e nem todos gostavam de apanhar pancada. Grande parte era
ResolverNarrado em terceira pessoa, o romance Memórias de um Sargento de Milícias, de Manoel Antônio de Almeida, apresenta um narrador que interfere junto ao leitor e, frequentemente, de forma sarcástica iron
ResolverTexto para a questão Ele se aproximou e com voz cantante de nordestino que a emocionou, perguntou-lhe: ⎯ E se me desculpe, senhorinha, posso convidar a passear? ⎯ Sim, respondeu atabalhoadamente com p
ResolverLeia o texto: “Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira. O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a b
ResolverLeia o conto “A moça rica”, de Rubem Braga (1913-1990), para responder à questão. A madrugada era escura nas moitas de mangue, e eu avançava no batelão1 velho; remava cansado, com um resto de sono. De
ResolverINSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia o trecho extraído de “Maria-Fumaça”, de autoria de Mario Quintana, e analise as afirmativas que seguem. “As lentas, poeirentas, deliciosas viagens nos trens a
ResolverEu queria usar palavras de ave para escrever. Onde a gente morava era um lugar imensamente e sem nomeação. Ali a gente brincava de brincar com palavras tipo assim: Hoje eu vi uma formiga ajoelhada na
ResolverINSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia o excerto a seguir, da obra Manuelzão e Miguilim, de Guimarães Rosa. Daí, dos demais, deu tudo vagalume. – “Olha quanto mija-fogo se desajuntando no ar, bruxo
ResolverLeia o trecho de Quincas Borba, de Machado de Assis, para responder às questão. E enquanto uma chora, outra ri; é a lei do mundo, meu rico senhor; é a perfeição universal. Tudo chorando seria monótono
ResolverPneumotórax Febre, hemoptise, dispneia e suores noturnos. A vida inteira que podia ter sido e que não foi. Tosse, tosse, tosse. Mandou chamar o médico: - Diga trinta e três. - T
ResolverO cego Estrelinho era pessoa de nenhuma vez: sua história poderia ser contada e descontada não fosse seu guia, Gigito Efraim. A mão de Gigito conduziu o desvistado por tempos e idades. Aquela mão era
ResolverAo final de Mayombe, de Pepetela, o narrador titular apresenta-se e ficamos sabendo que se trata de(o)
ResolverE, nas ilhas, penínsulas, istmos e cabos, multicrescem taboqueiras, tabuas, taquaris, taquaras, taquariúbas, taquaratingas e taquaraçus. Outras imbaúbas, mui tupis. E o buritizal: renques, aléias, arr
ResolverCAPÍTULO LXX / D. PLÁCIDA VOLTEMOS à casinha. Não serias capaz de lá entrar hoje, curioso leitor; envelheceu, enegreceu, apodreceu, e o proprietário deitou-a abaixo para substituí-la por outra, três v
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