Leia o soneto “Delgadas, claras águas do Mondego”, de Luís de Camões, para responder a questão. Delgadas, claras águas do Mondego1, Doce repouso de minha lembrança, Adonde a falsa e pérfida esperança,
Resolver19 questões em 3 tópicos.
Leia o soneto “Delgadas, claras águas do Mondego”, de Luís de Camões, para responder a questão. Delgadas, claras águas do Mondego1, Doce repouso de minha lembrança, Adonde a falsa e pérfida esperança,
ResolverLeia o excerto do romance Vidas Secas, de Graciliano Ramos, para responder à questão. Fabiano ia satisfeito. Sim senhor, arrumara-se. Chegara naquele estado, com a família morrendo de fome, comendo ra
ResolverLeia o poema para responder à questão. Na cadeia Na cadeia os bandidos presos! O seu ar de contemplativos! Que é das feras de olhos acesos?! Pobres dos seus olhos cativos. Passeiam mudos entre as grad
Leia o soneto “XVII”, de Alberto de Oliveira, para responder à questão. Parado o engenho, extintas as senzalas, Sem mais senhor, existe inda a fazenda, A envidraçada casa de vivenda Entregue ao tempo
ResolverLeia o trecho do romance A bagaceira, de José Américo de Almeida (1887-1980), para responder à questão. Era o êxodo da seca de 1898. Uma ressurreição de cemitérios antigos – esqueletos redivivos, com
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