Soneto Meu Deus, que estais pendente em um madeiro, Em cuja lei protesto viver, Em cuja santa lei hei de morrer Animoso, constante, firme, e inteiro. Neste lance, por ser o derradeiro, Pois vejo a min
ResolverLiteratura
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Soneto Meu Deus, que estais pendente em um madeiro, Em cuja lei protesto viver, Em cuja santa lei hei de morrer Animoso, constante, firme, e inteiro. Neste lance, por ser o derradeiro, Pois vejo a min
ResolverIsso tudo se passou conosco. (...) Nos caminhos jazem dardos quebrados; Os cabelos são espalhados. Destelhadas estão as casas, Incandescentes estão os muros. Vermes abundam por ruas e praças. E as pa
ResolverEste tópico estuda como o poema é construído em sua forma, observando a organização dos versos, estrofes, rimas, ritmo, métrica e recursos sonoros. Também envolve a identificação de estruturas fixas, como soneto, haicai e outras formas poéticas, além da relação entre a disposição gráfica e os efeitos de sentido produzidos no texto. Em outras palavras, trata-se de compreender não apenas o que o poema diz, mas também como ele é feito e como sua forma contribui para a expressão poética.
Esse conteúdo é muito importante para vestibulares porque costuma aparecer em questões de interpretação literária, análise de linguagem e reconhecimento de características de escolas e autores. Provas como UnB, UNESP e outras frequentemente cobram a leitura atenta da forma do poema para identificar efeitos de musicalidade, intensidade emocional, regularidade ou ruptura estrutural. Por isso, vale focar no reconhecimento de versos e estrofes, na contagem silábica poética, nas rimas, no ritmo e na diferença entre formas fixas e livres. Também é essencial relacionar a estrutura do poema ao seu sentido global, já que muitas questões exigem perceber como a forma reforça o tema e a intenção do autor.
Leia um trecho da Lira XIV de Marília de Dirceu, de Tomás Antônio Gonzaga Minha bela Marília, tudo passa; A sorte deste mundo é mal segura; Se vem depois dos males a ventura, Vem depois dos prazeres a
ResolverParece, ou eu me engano, que esta fonte De repente o licor deixou turvado; O Céu, que estava limpo e azulado, Se vai escurecendo no horizonte: Porque não haja horror, que não aponte O agouro funestíss
Resolver“Foram-se os deuses, foram-se, em verdade; Mas das deusas alguma existe, alguma Que tem teu ar, a tua majestade, Teu porte e aspecto, que és tu mesma, em suma.” O fragmento acima, quanto à versificaçã
Resolver(repartição) os rituais estoicos do escritório, entre móveis sólidos, ásperos e numerosos módulos, e os funcionários, do rh ou contas a pagar, "boa tarde", "volte sempre", as tantas cobranças que o pa
ResolverInstrução: A questão tomam por base um poema do parnasiano brasileiro Julio César da Silva (1872-1936): Arte suprema Tal como Pigmalião, a minha ideia Visto na pedra: talho-a, domo-a, bato-a; E ante o
ResolverO amor é feio Tem cara de vício Anda pela estrada Não tem compromisso [...] O amor é lindo Faz o impossível O amor é graça Ele dá e passa A.Antu
ResolverINSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia o poema “Mar português”. Ó mar salgado, quanto do teu sal São lágrimas de Portugal! Por te cruzarmos, quantas mães choraram, Quantos filhos em vão rezaram! Qu
ResolverNo céu Me disseram que Deus mora no céu No céu na terra em toda parte Mas não sei se ele está em mim Ou se ele não está Eu sei que estou passando mal de boca Passando muita fome comendo mal E passando
ResolverLeia atentamente a letra de música de Chico Buarque para responder à questão. Terezinha O primeiro me chegou Como quem vem do florista Trouxe um bicho de pelúcia Trouxe um broche de ametista Me contou
ResolverApaixonei-me da Aurora No meu quarto de marfim Todo dia à mesma hora Amava-a só para mim Palavras que me dizia Transfiguravam-se em neve Era-lhe o peso tão leve Era-lhe a mão tão maci
ResolverA Rua dos Cataventos Da vez primeira em que me assassinaram, Perdi um jeito de sorrir que eu tinha. Depois, a cada vez que me mataram, Foram levando qualquer coisa minha. Hoje, dos meus cadáveres eu
ResolverPoema I Dois e dois são quatro [1] Como dois e dois são quatro Sei que a vida vale a pena Embora o pão seja caro [4] E a liberdade, pequena Como teus olhos são claro
ResolverLeia o poema “Ao shopping center”, de José Paulo Paes, e responda à questão. Pelos teus círculos vagamos sem rumo nós almas penadas do mundo do consumo. De elevador ao céu pela escada ao inferno: os e
ResolverMorte e vida severina [1] Esta cova em que estás, com palmos medida É a conta menor que tiraste em vida É de bom tamanho, nem largo, nem fundo [4] É a parte que te cabe deste latifúndio Não é cova g
ResolverSONETO 204 AO RAPPER De cor, mulato, pardo, negro, preto. O branco é simplesmente branco, e só. Você quer mais respeito, não quer dó. Quer ser um cidadão, não quer o gueto. No Sul, no Pelourinho, no
ResolverTEXTO 1 ARLEQUINADA Que idade tens, Colombina? Será a idade que pareces?... Tivesses a que tivesses! Tu para mim és menina. [5] Que exíguo o teu talhe! E penso:
ResolverTEXTO Senhoras e senhores vão emboras por favores. A fera não tolera sofredores. (ANTUNES, Arnaldo. N. d. a. São Paulo: Iluminuras, 2010.) Assinale a alternativa FALSA, a partir do TEXTO.</di
ResolverLeia o soneto “A ronda noturna”, de Olavo Bilac, para responder à questão. Noite cerrada, tormentosa, escura, Lá fora. Dorme em trevas o convento. Queda1 imoto2 o arvoredo. Não fulgura Uma estrela no
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