CAMELÔS Manuel Bandeira Abençoado seja o camelô dos brinquedos de tostão: O que vende balõezinhos de cor O macaquinho que trepa no coqueiro O cachorrinho que bate com o rabo Os ho
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CAMELÔS Manuel Bandeira Abençoado seja o camelô dos brinquedos de tostão: O que vende balõezinhos de cor O macaquinho que trepa no coqueiro O cachorrinho que bate com o rabo Os ho
ResolverPOÉTICA Estou farto do lirismo comedido Do lirismo bem comportado Do lirismo funcionário público com livro de ponto expediente protocolo e [manifestações de apreço ao sr. diretor Estou farto do liri
ResolverManuel Bandeira é um dos nomes centrais da Primeira Geração Modernista brasileira, especialmente por unir linguagem simples, sensibilidade lírica e liberdade formal. Sua obra aborda temas como a infância, a morte, a cidade, o cotidiano e a experiência humana com forte tom de intimidade e reflexão. Em textos como os de Libertinagem e Estrela da Manhã, o autor rompe com o academicismo e aproxima a poesia da fala comum, sem perder profundidade estética. Também é importante perceber como ele dialoga com a tradição literária, mas a reinventa com humor, emoção e musicalidade.
Nos vestibulares, Manuel Bandeira aparece com frequência porque representa muito bem as características do Modernismo: ruptura com o passado, valorização da expressão pessoal e crítica a padrões rígidos de linguagem. Bancas como Mackenzie, ESPM e UNIFOR costumam explorar tanto a interpretação de poemas quanto a identificação de traços modernistas em sua obra. Ao estudar, foque na relação entre forma e conteúdo, nos temas recorrentes, no uso de versos livres, na coloquialidade e no tom ora irônico, ora melancólico. Também vale comparar Bandeira com outros modernistas da fase heroica para entender melhor seu papel na consolidação do movimento.
Texto Nova Poética Vou lançar a teoria do poeta sórdido. Poeta sórdido: Aquele em cuja poesia há a marca suja da vida. Vai um sujeito, Saí um sujeito de casa com a roupa de brim branco muito bem engom
ResolverVou-me embora pra Pasárgada Vou-me embora pra Pasárgada Lá sou amigo do rei Lá tenho a mulher que quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Pasárgada Vou-me embora pra Pasárgada
ResolverIrene no Céu Irene preta Irene boa Irene sempre de bom humor. Imagino Irene entrando no céu: - Licença meu branco! E São Pedro bonachão: - Entra, Irene. Você não prec
ResolverPoética Manuel Bandeira Estou farto do lirismo comedido Do lirismo bem comportado Do lirismo funcionário público com livro de ponto expediente protocolo e manifestações de apreço ao Sr. Diretor. Estou
ResolverAtente para estes versos de Manuel Bandeira, extraídos do poema “Minha terra”: Revi afinal o meu Recife. Está de fato completamente mudado. Tem avenidas, arranha-céus. É hoje uma bonita cidade. Diabo
ResolverTexto I As três mulheres do sabonete Araxá me invocam, me bouleversam, me hipnotizam. Oh, as três mulheres do sabonete Araxá às 4 horas da tarde! O meu reino pelas três mulheres do sabonete Araxá! (Ma
ResolverIrene no Céu Manuel Bandeira Irene preta Irene boa Irene sempre de bom humor. Imagino Irene entrando no céu: - Licença, meu branco! E São Pedr
ResolverPoema tirado de uma notícia de jornal João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babilônia num barracão sem número. Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro Bebeu Cantou Danç
ResolverLeia o poema “Nova poética”, de Manuel Bandeira, e responda a questão. NOVA POÉTICA Vou lançar a teoria do poeta sórdido. Poeta sórdido: Aquele em cuja poesia há a marca suja da vida. Vai um sujeito,
ResolverTexto I Vaso Grego Esta de áureos relevos, trabalhada De divas mãos, brilhante copa, um dia, Já de aos deuses servir como cansada, Vinda do Olimpo, a um novo deus servia.
ResolverQuero antes o lirismo dos loucos O lirismo dos bêbados O lirismo difícil e pungente dos bêbados O lirismo dos clowns de Shakespeare - Não quero mais saber do lirismo que não é libertação. (Manuel Band
ResolverLeia o poema “Momento num café”, de Manuel Bandeira, para responder à questão. Quando o enterro passou Os homens que se achavam no café Tiraram o chapéu maquinalmente Saudavam o morto, distraídos Esta
ResolverRondó dos cavalinhos [1] Os cavalinhos correndo, E nós, cavalões, comendo... Tua beleza, Esmeralda, [4] Acabou me enlouquecendo. Os cavalinhos correndo, E nós, cavalões, comendo... [7] O sol tão claro
ResolverA seguir, leia o poema “Meninos carvoeiros”, de Manuel Bandeira, para responder à questão. Meninos carvoeiros Os meninos carvoeiros Passam a caminho da cidade. – Eh, carvoero! E vão tocando os animais
ResolverNova Poética Estou farto do lirismo comedido Do lirismo bem comportado Do lirismo funcionário público com livro de ponto expediente, protocolo e manifestações de apreço ao Sr. Diretor [...] Estou fart
ResolverLeia o poema para responder à questão. Meninos carvoeiros Os meninos carvoeiros Passam a caminho da cidade. – Eh, carvoero! E vão tocando os animais com um relho enorme. Os burros são magrinhos e velh
ResolverLeia o poema “Nova poética”, de Manuel Bandeira, e responda a questão. NOVA POÉTICA Vou lançar a teoria do poeta sórdido. Poeta sórdido: Aquele em cuja poesia há a marca suja da vida. Vai um sujeito,
ResolverSobre Libertinagem, de Manuel Bandeira, apenas é incorreto afirmar que
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