Leia o poema Explicação, de Carlos Drummond de Andrade, e assinale a questão errada a respeito do texto e do autor. Meu verso é minha consolação. Meu verso é minha cachaça. Todo mundo tem sua cachaça.
ResolverLiteratura
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5mProf. carlos h carneiro
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6mProf. Universo Narrado
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Leia o poema Explicação, de Carlos Drummond de Andrade, e assinale a questão errada a respeito do texto e do autor. Meu verso é minha consolação. Meu verso é minha cachaça. Todo mundo tem sua cachaça.
ResolverSentimento do Mundo Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo, mas estou cheio de escravos, minhas lembranças escorrem <
ResolverA obra de Carlos Drummond de Andrade reúne alguns dos momentos mais importantes da poesia brasileira do século XX, com temas como a vida cotidiana, a reflexão sobre o eu, a crítica social, a memória, o tempo, a solidão e as contradições da existência. Inserido na Segunda Geração Modernista, Drummond combina linguagem simples e precisa com profundidade filosófica, ironia e sensibilidade, criando poemas que dialogam tanto com experiências pessoais quanto com questões históricas e coletivas. Sua produção inclui livros fundamentais como Alguma poesia, Sentimento do mundo, A rosa do povo e Claro enigma, entre outros, cada um revelando diferentes fases de sua escrita.
Esse tema é muito cobrado em vestibulares porque Drummond é um dos autores centrais do Modernismo brasileiro e aparece com frequência em questões de interpretação, características de estilo, análise de poemas e relação entre literatura e contexto histórico. Em provas como Fuvest e UnB, é comum que o estudante precise reconhecer a visão crítica do autor, seu uso da ironia, o tom reflexivo e a presença de temas sociais e existenciais. Nos estudos, vale focar na evolução da obra, nas marcas da linguagem modernista, na leitura atenta de poemas mais conhecidos e na capacidade de relacionar forma e conteúdo, observando como Drummond transforma situações comuns em poesia de grande densidade humana.
Poeta que fala com humor e ironia da mediocridade da “vida besta” que permeia o cotidiano e cujas obras A Rosa do Povo e Claro Enigma são marcadas por vigoroso espírito de síntese e pelo sentido trági
ResolverTexto V Procura da Poesia [...] Penetra surdamente no reino das palavras. Lá estão os poemas que esperam ser escritos. Estão paralisados, mas não há desespero, há calma e frescura n
ResolverLeia o poema a seguir, sabendo que é de autoria de Carlos Drummond de Andrade, e marque a única alternativa que traz dados incorretos sobre o autor, o movimento a que pertenceu ou a obra citada. Congr
ResolverAnoitecer A Dolores É a hora em que o sino toca, mas aqui não há sinos; há somente buzinas, sirenes roucas, apitos aflitos, pungentes, trágicos, uivando escuro segredo; desta hora te
ResolverQuadrilha João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém. João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desas
ResolverTendo por base o livro Alguma poesia, de Carlos Drummond de Andrade, assinale a alternativa INCORRETA.
ResolverSobre o poema de Drummond, inicialmente publicado em O sentimento do mundo (1940), assinale o que for correto. Não serei o poeta de um mundo caduco. Também não cantarei o mundo futuro. Estou preso à v
ResolverRevelação do subúrbio Quando vou para Minas, gosto de ficar de pé, contra a [vidraça do carro*, vendo o subúrbio passar. O subúrbio todo se condensa para ser visto depressa,<
ResolverConfidência do Itabirano Alguns anos vivi em Itabira. Principalmente nasci em Itabira. Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro. Noventa por cento de ferro nas calçadas. Oitenta por cento de ferro n
ResolverO SOBREVIVENTE Impossível compor um poema a essa altura da evolução [da humanidade. Impossível escrever um poema – uma linha que seja – de [verdadeira poesia. O último trovador morreu em 1914. Tinha u
ResolverLeia atentamente o fragmento do poema “A Flor e a Náusea” de Carlos Drummond de Andrade, do livro “A rosa do Povo”: A Flor e a Náusea Preso à minha classe e a algumas roupas, Vou de branco pela rua ci
ResolverLeia e analise os versos a seguir, para resolver a questão. Texto I Cantiga de enganar. O mundo não vale o mundo, meu bem. Eu plantei um pé-de-sono, brotaram vinte ros
ResolverRevelação do subúrbio Quando vou para Minas, gosto de ficar de pé, contra a [vidraça do carro*, vendo o subúrbio passar. O subúrbio todo se condensa para ser visto depressa,<
ResolverLeia o poema “Morte do leiteiro” de Carlos Drummond de Andrade e responda à questão. MORTE DO LEITEIRO A Cyro Novaes [1] Há pouco leite no país, [2] é preciso entregá-lo cedo. [3] Há muita sede no paí
ResolverSe a complexidade que o movimento renascentista representou deve ser vista como a raiz de nossa consciência moderna, então não se deve ressaltar apenas a dimensão metódica e harmoniosa em torno do eix
ResolverTEXTO: Os ombros suportam o mundo. Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus. Tempo de absoluta depuração. Tempo em que não se diz mais: meu amor. Porque o amor resultou inútil. [5] E os olhos n
ResolverTEXTO 1 Poema de sete faces [1] Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida. As casas espiam os homens [5] que
ResolverTextos 1 e 2 para responder à questão. Texto 1 Fim de feira No hipermercado aberto de detritos, ao barulhar de caixotes em pressa de suor, mulheres magras e crianças rápidas cata
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