HELOÍSA – Faz versos? PINOTE – Sendo preciso... Quadrinhas... Acrósticos... Sonetos... Reclames. HELOÍSA – Futuristas? PINOTE – Não senhora! Eu já fui futurista. Cheguei a acreditar na independência..
ResolverLiteratura
88 questões
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2mProf. Educacional Plenus
3mProf. Autoria Linguagem - Resolução de questões
3mProf. Curso Fiq
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HELOÍSA – Faz versos? PINOTE – Sendo preciso... Quadrinhas... Acrósticos... Sonetos... Reclames. HELOÍSA – Futuristas? PINOTE – Não senhora! Eu já fui futurista. Cheguei a acreditar na independência..
ResolverPara responder a questão, leia o poema “pobre alimária” de Oswald de Andrade (1890-1954), publicado em 1925. pobre alimária1 O cavalo e a carroça Estavam atravancados nos trilhos E como o motorneiro2
ResolverOswald de Andrade é um dos nomes centrais da Primeira Geração Modernista brasileira, conhecida como fase heroica. Seu estudo envolve sua atuação como escritor, poeta, dramaturgo e polemista, além de ideias fundamentais como a crítica à cultura importada, a valorização da linguagem coloquial e a proposta de uma arte brasileira mais livre, irreverente e experimental. Entre seus textos mais importantes estão o Manifesto Pau-Brasil e o Manifesto Antropófago, que ajudam a entender sua visão de literatura como ruptura com o academicismo e com os modelos europeus tradicionais.
Esse tema é muito cobrado em vestibulares porque Oswald representa uma virada decisiva na literatura do século XX, aparecendo em questões sobre Modernismo, vanguardas europeias, identidade nacional e linguagem literária. Em provas como ENEM, UnB e PUC-Campinas, é comum que apareçam trechos de seus manifestos, poemas ou referências à antropofagia cultural. Ao estudar, foque nas características de sua escrita, como ironia, humor, fragmentação e crítica social, além da relação entre sua obra e o contexto da Semana de Arte Moderna de 1922. Também vale comparar sua proposta com a de outros modernistas, especialmente Mário de Andrade, para perceber diferenças de estilo e de projeto cultural.
MAIS O INTELECTUAL PINOTE. PINOTE (Entra de chapéu de poeta na mão. Uma gravata lírica. Sorrindo. Mesuras. Traz uma faca enorme de madeira como bengala.) — Bom dia, mestre. HELOÍSA (Dá um grito lancin
ResolverESCAPULÁRIO¹ No Pão de Açúcar De Cada Dia Dai-nos Senhor A Poesia De Cada Dia (Oswald de Andrade) ¹escapulário: faixa de tecido que frades e freiras de algumas ordens religiosas
ResolverÉ uma geração que corresponde aos ensaios de neodemocracia marcados pela revolução de 32 e pela Constituição de 34, como a anterior representava o apogeu e a queda da democracia conservadora correspon
ResolverBarricada [imagem] [1] Todos os passarinhos da Praça da República
ResolverLeia os TEXTOS para responder à questão. TEXTO 1 ERRO DE PORTUGUÊS Quando o português chegou Debaixo de uma bruta chuva Vestiu o índio Que pena! Fosse uma manhã de sol O índio tinha
ResolverObservação: O conjunto de textos abaixo foi extraído da obra de Oswald de Andrade, um dos criadores do Modernismo no Brasil. Os poemas foram transcritos na íntegra, portanto não constituem fragmentos
ResolverTEXTO 3 MEUS OITO ANOS Oh que saudades que eu tenho Da aurora de minha vida Das horas De minha infância
ResolverPobre Alimária O cavalo e a carroça Estavam atravancados no trilho E como o motorneiro se impacientasse Porque levava os advogados para os escritórios Desatravancaram o veículo E o a
ResolverSobre a obra O Rei da Vela, considere as afirmativas a seguir.I. Em vez de uma análise suavizada da realidade nacional, Oswald de Andrade propõe um desmascaramento do Brasil, uma vez que a peça se val
Resolver56. ÓRFÃO O céu jogava tinas de água sobre o noturno que me devolvia a São Paulo. O comboio brecou lento para as ruas molhadas, furou a gare suntuosa e me jogou nos óculos menineiros de um grupo negro
ResolverErro de português Quando o português chegou Debaixo duma bruta chuva Vestiu o índio Que pena! Fosse uma manhã de sol O índio tinha despido O português Oswald d
ResolverA SECRETÁRIA (É uma moça, longa, de óculos e tranças enormes e loiras. Veste-se pudicamente. Traz lápis e block-notes na mão.) - É para bater à máquina, Seu Abelardo? ABELARDO I - Não. Para estenograf
Resolver56. ÓRFÃO O céu jogava tinas de água sobre o noturno que me devolvia a São Paulo. O comboio brecou lento para as ruas molhadas, furou a gare suntuosa e me jogou nos óculos menineiros de um grupo negro
ResolverLeia os TEXTOS para responder à questão. TEXTO 1 ERRO DE PORTUGUÊS Quando o português chegou Debaixo de uma bruta chuva Vestiu o índio Que pena! Fosse uma manhã de sol O índio tinha
ResolverVerbo crackar Eu empobreço de repente Tu enriqueces por minha causa Ele azula para o sertão Nós entramos em concordata Vós protestais por preferência Eles escafedem a mass
ResolverBarricada [imagem] [1] Todos os passarinhos da Praça da República
Resolver[imagem] O poema de Oswald de Andrade remonta à ideia de que a brasilidade está relacionada ao futebol. Quanto à questão da i
Resolverfim e começo A noite caiu com licença da Câmara Se a noite não caísse Que seriam dos lampiões? (Pau Brasil, 2003.) No contexto do poema, é correto afirmar que o título faz
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