Leia agora o soneto “As Catedrais”, de Gomes Leal: Como vos amo ver, ó catedrais, sozinhas, A recortar o azul das noites consteladas... Erguidos coruchéus, místicas andorinhas – Ó grandes catedrais do
ResolverLiteratura
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Leia agora o soneto “As Catedrais”, de Gomes Leal: Como vos amo ver, ó catedrais, sozinhas, A recortar o azul das noites consteladas... Erguidos coruchéus, místicas andorinhas – Ó grandes catedrais do
ResolverTEXTO III A Pátria Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste! Criança! não verás nenhum país como este! Olha que céu! que mar! que rios! que floresta! A Natureza, aqui, perpetuamente em festa, É
ResolverO Parnasianismo é um movimento literário da poesia brasileira do fim do século XIX que valoriza a forma perfeita, a objetividade e o cuidado extremo com a linguagem. Ao estudar esse tópico, você deve entender como os poetas parnasianos buscavam a “arte pela arte”, priorizando a métrica regular, a rima rica, o vocabulário preciso e a construção minuciosa dos versos. Também é importante reconhecer temas frequentes, como a descrição de objetos, cenas e figuras clássicas, além da influência da tradição greco-latina e do ideal de impessoalidade.
Esse assunto aparece com frequência em vestibulares porque ajuda a diferenciar o Parnasianismo de outras escolas literárias, especialmente o Romantismo e o Simbolismo. Em provas como UEA, UFAM, CESMAC, PUC-RS e UnB, é comum que o candidato precise identificar características formais em poemas e interpretar a relação entre estética e conteúdo. Por isso, foque em memorizar os principais traços do movimento, comparar sua linguagem com a de outros períodos e observar como a busca pelo rigor estético se manifesta nos textos. Ler poemas de autores como Olavo Bilac, Raimundo Correia e Alberto de Oliveira também ajuda muito na fixação.
Texto IV “Ora (direis) ouvir estrelas! Certo Perdeste o senso!” E eu vos direi, no entanto, Que, para ouvi-las, muita vez desperto E abro as janelas, pálido de espanto... E conversamos toda a noite,
ResolverLeia o excerto de um poema do poeta português Cesário Verde e responda o que se pede: O SENTIMENTO DUM OCIDENTAL A Guerra Junqueiro I Ave-Maria Nas nossas ruas, ao anoitecer, Há tal
ResolverTextos para responder à questão. TEXTO Torce, aprimora, alteia, lima A frase, e enfim, No verso de ouro engasta a rima. Como um rubim. Quero que a estrofe cristalina, Dobrada ao jeito Do ourive
Resolver“Torce, aprimora, alteia, lima A frase; e, enfim, No verso de ouro engasta a rima, Como um rubi” Disponível em: <www.biblio.com.br>. Acesso em 23 out. 2014. A leitura do texto indica que o autor
ResolverNel mezzo del camim... Cheguei. Chegaste. Vinhas fatigada E triste, e triste e fatigado eu vinha. Tinhas a alma de sonhos povoada, E alma de sonhos povoada eu tinha... E paramos de súbito na estrada
ResolverA pátria Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste! Criança! não verás nenhum país como este! Olha que céu! que mar! que rios! que floresta! A Natureza, aqui, perpetuamente em festa, É um sei
ResolverA morte do jangadeiro Pe. Antônio Tomás Ao sopro do terral abrindo a vela Na esteira azul das águas arrastada, Segue veloz a intrépida jangada, Entre os uivos do mar que se encapela.<
ResolverINANIA VERBA Ah! Quem há de exprimir, alma impotente e escrava, O que a boca não diz, o que a mão não escreve? Ardes, sangras, prega à tua cruz, e, em breve, Olhas, desfeito todo, o que te deslumbra..
ResolverLeia o comentário (adaptado) do crítico Sânzio de Azevedo, publicado em 2006: “Identificação da poesia com a escultura; correção métrica e gramatical; ausência de sentimentalismo (mas não de sentiment
ResolverPaisagem Dorme sob o silêncio o parque. Com descanso, Aos haustos, aspirando o finíssimo extrato Que evapora a verdura e que deleita o olfato, Pelas alas sem fim das árvores avanço. Ao fundo do pomar,
ResolverLeia agora o poema “Anoitecer”, de Raimundo Correia: Esbraseia o Ocidente na agonia O Sol... Aves em bandos destacados, Por céus de oiro e de púrpura raiados, Fogem... Fecha-se a pálpebra do dia... De
ResolverLeia o poema abaixo de Olavo Bilac: Canção Dá-me as pétalas de rosa Dessa boca pequenina: Vem com teu riso, formosa! Vem com teu beijo, divina! Transforma num paraíso O inferno do meu desejo... Formos
ResolverA um poeta Longe do estéril turbilhão da rua, Beneditino, escreve! No aconchego Não se mostre na fábrica o suplício Do claustro, na paciência e no sossego, Do mestre. E, natural
ResolverLeia os trechos do poema “Profissão de fé”, de Olavo Bilac, para responder a questão. Invejo o ourives quando escrevo: Imito o amor Com que ele, em ouro, o alto relevo Faz de uma flor. […] Torce, apri
ResolverPor mais que o mundo aclame os vãos triunfadores, Os que passam cantando e os que passam ovantes1, Os que entre a multidão vão como uns hierofantes2, E os que repartem d’alto, augustos julgadores, Às
ResolverI Talvez sonhasse, quando a vi. Mas via Que, aos raios do luar iluminada, Entre as estrelas trêmulas subia Uma infinita e cintilante escada. E eu olhava-a de baixo, olhava-a... Em cada <d
ResolverLeia trecho do poema de Olavo Bilac. Língua Portuguesa Última flor do Lácio, inculta e bela, És, a um tempo, esplendor e sepultura: Ouro nativo, que na ganga impura A bruta mina entre os cascalhos vel
ResolverMúsica brasileira (Olavo Bilac) Tens, às vezes, o fogo soberano Do amor: encerras na cadência, acesa Em requebros e encantos de impureza, Todo o feitiço do pecado humano. Mas, sobre essa volúpia, erra
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