I. Ó poente que te vais em sombras mortas, Para voltar depois, Suavidade que desconfortas, Como somos iguais os dois! Envolto em nuvens cor de sangue, choras Todos os dias o dia find
ResolverLiteratura
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5m
6mProf. ProEnem - Enem 2026
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I. Ó poente que te vais em sombras mortas, Para voltar depois, Suavidade que desconfortas, Como somos iguais os dois! Envolto em nuvens cor de sangue, choras Todos os dias o dia find
ResolverLeia os versos a seguir, e assinale a alternativa que os analisa corretamente: Vozes veladas, veludosas vozes, Volúpias dos violões, vozes veladas, Vagam nos velhos vórtices de vozes Dos ventos, vivas
ResolverO Simbolismo e a Poética da Sugestão estudam uma vertente literária que surgiu no fim do século XIX como reação ao excesso de objetividade do Realismo e do Naturalismo. Nesse movimento, a linguagem deixa de buscar a descrição direta da realidade e passa a valorizar o subjetivismo, a musicalidade, o mistério, a espiritualidade e as imagens que sugerem mais do que explicam. É importante compreender como símbolos, sinestesias, aliterações e metáforas constroem sentidos indiretos, além da presença de temas como morte, sonho, transcendência e angústia existencial.
Esse conteúdo é muito cobrado em vestibulares porque exige leitura atenta de poemas e interpretação de recursos expressivos, especialmente em questões que comparam estilos literários ou analisam o efeito de sentido de palavras e imagens. No ENEM e em provas como PUC-RS, UESB, EsPCEx e CESUPA, é comum que o estudante reconheça a diferença entre a linguagem objetiva e a linguagem sugestiva, identificando marcas simbolistas em textos literários. Ao estudar, foque nas características centrais do movimento, na oposição ao Parnasianismo e na forma como a sugestão cria ambiguidade e profundidade emocional, pois isso ajuda tanto na análise de poemas quanto na resolução de questões interpretativas.
Leia o poema “Cabelos”, de Cruz e Sousa. Cabelos! Quantas sensações ao vê-los! cabelos negros, do esplendor sombrio, por onde corre o fluido vago e frio dos brumosos e longos pesadelos… Sonhos, mistér
Resolver“Indefiníveis músicas supremas, Harmonias da Cor e do Perfume... Horas do Ocaso, trêmulas, extremas, Réquiem do Sol que a Dor da Luz resume...” Nos versos acima, há um exemplo de “imagem plurissensori
ResolverPor seu __________, o Simbolismo apresenta algumas semelhanças com a poesia romântica, porém a grande diferença reside na linguagem bem mais trabalhada dos simbolistas, que procuram obter variados efe
ResolverAnalise as afirmativas referentes a Francisco Lobo da Costa e assinale a opção correta. I. Embora sua prosa nem sempre expresse uma visão profunda sobre o homem e sua condição, foi o mais jovem e prom
ResolverNos primeiros livros registra a sua luta interior contra sua condição social e racial, e o desejo de superá-la, consubstanciando-se no emprego contínuo do vocábulo ‘branco’ e outros com ele relacionad
ResolverINSTRUÇÃO: Responder à questão com base nos textos A e B. TEXTO A Ismália Quando Ismália enlouqueceu, Pôs-se na torre a sonhar... Viu uma lua no céu, Viu outra lua no mar...</div
ResolverQuanto ao Simbolismo, assinale a alternativa correta.
ResolverTEXTO: Ó meu coração, torna para trás. Onde vais a correr desatinado? Meus olhos incendidos que o pecado Queimou! Volvei, longas noites de paz. Vergam da neve os olmos dos caminhos.</div
Resolver“Constante aproximação entre a música e a poesia; utilização de recursos literários como, por exemplo, a aliteração (repetição de um fonema consonantal), assonância (repetição de fonemas vocálicos), o
ResolverTexto 13 Alma solitária Ó alma doce e triste e palpitante! Que cítaras soluçam solitárias Pelas Regiões longínquas, visionárias Do teu Sonho secreto e fascinante! Quantas zonas de luz purificante, Qu
ResolverLeia o diálogo entre as personagens do romance mencionado – Lia e Lorena –, depois, responda o que se pede: “— Ingleses? – pergunto. – Prefiro nossos biscoitos e nossa música. Chega de colonialismo cu
ResolverTEXTO 3 Demônios [1] A língua vil, ignívoma, purpúrea Dos pecados mortais bava e braveja, Com os seres impoluídos mercadeja, Mordendo-os fundo, injúria por injúria.
ResolverSolitário Augusto dos Anjos Como um fantasma que se refugia Na solidão da natureza morta, Por trás dos ermos túmulos, um dia, Eu fui refugiar-me à tua porta! Fazia frio e o frio que fazia Não era
ResolverFrieza Os teus olhos são frios como as espadas, E claros como os trágicos punhais; Têm brilhos cortantes de metais E fulgores de lâminas geladas. [5] Vejo neles imagens retratadas De abandonos cruéis
Resolver“À turva luz oscilante dos lampiões de petróleo, em linha, dando à noite lúgubres pavores de enterros, veem-se fundas e extensas valas cavadas de fresco, onde alguns homens ásperos, rudes, com o tom s
ResolverLeia o texto para responder a questão Se o século XIX, marcado pelo progresso científico — genética, evolucionismo, positivismo, sociologia, racionalismo, etc. — motivou escolas literárias corresponde
ResolverLeia o fragmento de um poema de Clepsidra, de Camilo Pessanha e responda o que se pede: 01 ‘’Eu vi a luz em um país perdido. A minha alma é languida e inerme. Oh! Quem pudesse deslizar sem ruído! No c
ResolverO poema abaixo de Olavo Bilac foge aos procedimentos tipicamente Parnasianos. Assinale a opção com indica a estética literária que influenciou a criação desse poema. Via láctea Olavo Bilac “Ora (direi
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