O texto abaixo reproduz algumas estrofes do poema “Um cadáver de poeta”, do romântico Álvares de Azevedo. De tanta inspiração e tanta vida Que os nervos convulsivos inflamava E ardia sem conforto... O
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6mProf. Professor Beto Brito - Literatura Legal
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O texto abaixo reproduz algumas estrofes do poema “Um cadáver de poeta”, do romântico Álvares de Azevedo. De tanta inspiração e tanta vida Que os nervos convulsivos inflamava E ardia sem conforto... O
ResolverAssinale a única opção correta.
ResolverO ultrarromantismo é a vertente mais subjetiva e exagerada da segunda geração romântica brasileira, marcada pelo eu lírico em crise, pela idealização amorosa, pelo pessimismo e pela fuga da realidade. Nesse contexto, a morbidez aparece como um traço central: a morte, a noite, o sofrimento, a solidão e o desejo de evasão ganham destaque, revelando uma visão sentimental intensa e muitas vezes melancólica da existência. Autores como Álvares de Azevedo ajudam a consolidar esse tom, que mistura sonho, ironia, angústia e fascínio pelo fim.
Esse tema é importante para os vestibulares porque costuma aparecer em questões de interpretação de texto, identificação de características de escola literária e comparação entre fases do Romantismo. É comum que as provas cobrem a relação entre idealização amorosa, tédio existencial, escapismo e linguagem carregada de emoção. Ao estudar, vale focar nos principais traços da segunda geração, no vocabulário recorrente da morbidez e na forma como esses elementos se manifestam em poemas e trechos em prosa. Também é essencial diferenciar o ultrarromantismo de outras fases românticas, especialmente da primeira geração, mais nacionalista, e da terceira, mais social e engajada.
Nos anos em que atuaram estes escritores, a poesia brasileira percorreu os meandros do extremo subjetivismo, à Byron e à Musset. Alguns poetas adolescentes, mortos antes de t oca rem a plena juventude
Assinale V para afirmações verdadeiras e F para as falsas. ( ) Os poemas finais da obra equilibram em parte a visão maniqueísta presente nas duas primeiras partes. ( ) O pessimismo, a atmosfera depres
ResolverLembrança de morrer [...] Eu deixo a vida como deixa o tédio Do deserto o poento caminheiro, - Como as horas de um longo pesadelo Que se desfaz ao dobre sineir
ResolverPerdoa-me, visão dos meus amoresPerdoa-me, visão dos meus amores,Se a ti ergui meus olhos suspirando!Se eu pensava num beijo desmaiandoGozar contigo uma estação de flores!De minhas faces os mortais pa
ResolverINSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia o excerto abaixo, retirado da obra Macário, de Álvares de Azevedo. (O DESCONHECIDO) Eu sou o diabo. Boa-noite, Macário. (MACÁRIO) Boa-noite, Satã. (Deita-se.
ResolverUm dos maiores benefícios que o movimento moderno nos trouxe foi justamente esse: tornar alegre a literatura brasileira. Alegre quer dizer saudável, viva, consciente de sua força, satisfeita com seu d
ResolverPálida à luz da lâmpada sombria, Sobre o leito de flores reclinada, Como a lua por noite embalsamada, Entre as nuvens do amor ela dormia! Pálida à luz da lâmpada sombria, Sobre o leito de flores recli
ResolverLeia o texto a seguir e responda à questão. Temor Ao gozo, ao gozo, amiga. O chão que pisas A cada instante te oferece a cova. Pisemos devagar. Olha que a terra Não sinta o nosso peso. Deitemo-nos aqu
ResolverLeia o fragmento de Noites na Taverna, de Álvares de Azevedo. - Bem! muito bem! é um toast de respeito! - Quero que todos se levantem, e com a cabeça descoberta clamem: Ao deus Pã da natureza, aquele
ResolverUm cientista, membro da aristocracia europeia, reúne partes de cadáveres de diversas pessoas, para formar uma criatura e a traz à vida com a ajuda da energia elétrica. Essa é a sinopse da obra clássic
ResolverLeia os versos de Fagundes Varela. Roem-me atrozes ideias, A febre me queima as veias, A vertigem me tortura!... Oh! por Deus! quero dormir, Deixem-me os braços abrir Ao sono da sepultura!
ResolverLeia os fragmentos do poema “Amor e medo”, do livro As primaveras, de Casimiro de Abreu, e do romance A confissão, de Flávio Carneiro. Amor e medo I Quanto eu te fujo e me desvio cauto</
ResolverTexto para a questão Quando em meu peito rebentar-se a fibra Que o espírito enlaça à dor vivente, Não derramem por mim nem uma lágrima Em pálpebra demente. [5] E nem desfolhem na matéria impura A flor
ResolverLeia o poema “Trindade”: “A vida é uma planta misteriosa Cheia d'espinhos, negra de amarguras, Onde só abrem duas flores puras Poesia e amor... E a mulher... é a nota suspirosa Que treme d'alma a cord
ResolverNos anos em que atuaram estes escritores, a poesia brasileira percorreu os meandros do extremo subjetivismo, à Byron e à Musset. Alguns poetas adolescentes, mortos antes de tocarem a plena juventude,
ResolverLeia o poema a seguir e responda à questão Minha desgraça Minha desgraça, não, não é ser poeta, Nem na terra de amor não ter um eco, E meu anjo de Deus, o meu planeta, Tratar-me como trata-se um bonec
ResolverCuidado com aqueles cujos bolsos estão cheios de esprit – de inteligência aguda – e que espalham essa sagacidade em todas as oportunidades, em todo lugar. Eles não têm nenhum demônio dentro de si, não
ResolverSe eu morresse amanhã! Se eu morresse amanhã, viria ao menos Fechar meus olhos minha triste irmã; Minha mãe de saudades morreria Se eu morresse amanhã! Quanta glória pressinto em meu futuro! Que auror
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