Acidentes acontecem com frequência no Brasil, país que utiliza principalmente o transporte rodoviário para fazer a conexão entre produtores, distribuidores e consumidores.
A Associação Brasileira da Indústria Química mantém o Pró-Química, um serviço de informações via telefone para auxiliar as autoridades rodoviárias, o corpo de bombeiros, os produtores e os transportadores a lidar com as ocorrências envolvendo substâncias químicas nas estradas brasileiras.
No âmbito do Estado de São Paulo, o DER disponibiliza o Sistema de Informações de Produtos Perigosos e a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) também mantém equipes em plantão todos os dias do ano no Centro de Controle de Desastres e Emergências Químicas.
Para prevenir os acidentes e minimizar os riscos, o Brasil vem adotando uma legislação específica e rigorosa em relação ao transporte de produtos químicos por via rodoviária.
Para poderem trafegar, os caminhões que transportam produtos ou resíduos químicos perigosos são obrigados a adotar uma série de medidas de segurança.
O caminhão tem de estar em boas condições de manutenção e portar placas indicativas para mostrar o que carrega e seus riscos.
A indicação dos perigos é feita por painéis de segurança retangulares e duas linhas com números em preto. A linha superior indica o número de risco, e a linha inferior traz o número ONU, ou seja, o número que identifica o produto de acordo com a listagem de produtos perigosos utilizada internacionalmente.
Os rótulos de risco trazem números e símbolos indicando a classificação dos produtos transportados e seu enquadramento em uma das classes ou subclasses especificadas na Resolução da Agência Nacional de Transportes Terrestres.
Existem cerca de 3 500 números ONU relacionando os produtos perigosos. A Organização das Nações Unidas (ONU) possui um comitê específico para legislar sobre esse assunto.
<http://tinyurl.com/kgozjuf> Acesso em: 19.03.2015. Adaptado. Original colorido.
De acordo com o texto, é Correto afirmar que