A intolerância à lactose é uma condição causada pela incapacidade de digerir a lactose, que é o açúcar do leite. Essa condição impede a quebra da lactose em dois monossacarídeos – os isômeros glicose e galactose.
Para verificar essa condição, pode-se administrar lactose ao paciente e acompanhar a concentração de glicose no seu sangue (glicemia) ao longo do tempo.
a) Na folha de respostas, é apresentada uma curva que representa a glicemia ao longo do tempo de um paciente capaz de digerir a lactose. Esboce, na mesma figura, a curva esperada em um exame positivo para intolerância à lactose, partindo-se da mesma glicemia inicial.
Produtos chamados “zero lactose” são tratados com lactase na sua produção. A lactase é a enzima que transforma lactose em glicose e galactose de forma a mitigar o efeito da lactose no organismo. A seguir, são apresentas tabelas nutricionais para o mesmo leite, nas versões “não tratado” e “tratado apenas com lactase”.
Leite não tratado com lactase Leite tratado com lactase (“zero lactose”)
Proteínas 2,9 g Proteínas 2,9 g
Glicose 0,3 g Glicose Não informado
Galactose 0,1 g Galactose 2,1 g
Gorduras totais 3,0 g Gorduras totais 3,0 g
Gorduras saturadas 2,0 g Gorduras saturadas 2,0 g
Gorduras trans 0 g Gorduras trans 0 g
Valores para uma porção de 100 mL.
b) Qual massa de glicose, em gramas, deveria ser informada na tabela nutricional do leite “zero lactose”? Justifique a sua resposta.
c) A quebra da lactose em galactose e glicose, ilustrada a seguir (I), ocorre de forma semelhante à quebra da sacarose, que produz glicose e frutose (II). Considerando o esquema, complete, no espaço reservado na folha de respostas, a estrutura da sacarose.
(I) (II)