Texto
[1] “As cidades são os espaços físicos onde
as inovações sociais são mais visíveis.
São também campos férteis para se bus-
car inovações por contas das demandas
[5] diárias da confusão urbana. É do caos, ou
do temor do caos, que as soluções se tor-
nam imprescindíveis. Daí que as melhores
ideias sempre emergem organicamente
das comunidades. Na Grécia antiga, o cen-
[10] tro da cidade era chamado de ágora – um
lugar para assembleias, para o encontro
dos cidadãos, para a troca de ideias e tam-
bém para o escambo de mercadorias. Nas
smart cities de hoje, as ágoras mudaram
[15] de configuração. Elas agora são virtuais
e os seus oradores são ‘twitters’ e outras
manifestações nas redes sociais como Fa-
cebook, Instagram, grupos de What’s App,
e uma gama de aplicativos novos que sur-
[20] gem todos os dias. A cidade funciona e
se relaciona em dois níveis: virtual e ma-
terial. As duas interfaces se comunicam e
se completam. A forma da ágora mudou,
mas o princípio continua o mesmo: novas
[25] e boas ideias surgem dos encontros no es-
paço público.”
por Adriana Campelo
(Disponível em http://www.genteemercado.com.br/ cidade-sustentavel-muitas-faces-de-uma-mesma-expressao-2/ Acesso em 02/08/2015)
Em “A forma da ágora mudou, mas o princípio continua o mesmo: novas e boas ideias surgem dos encontros no espaço público”, o termo em destaque pode ser substituído sem prejuízo ao sentido por: