INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto.
TEXTO
Para quase todos os brasileiros, o último 20 de julho
não passou de mais um dia comum. É uma pena que seja
assim, pois o dia deveria ser reverenciado por todos nós,
brasileiros, como uma das grandes datas da nossa histó-
[5] ria. Poucos sabem, mas nesse dia comemora-se o ani-
versário do maior e mais consagrado cientista brasileiro
de todos os tempos. Há 130 anos nascia Alberto Santos
Dumont (1873-1932), um mineiro que ousou voar como
os pássaros e teve o desplante de realizar seu sonho aos
[10] olhos de todo o mundo. Nada de voos secretos, numa
praia deserta da Carolina do Norte, sem documentação
imparcial, como fizeram os irmãos Wright. Não. Santos
Dumont “matou a cobra”, repetidamente, para o delírio do
povo de Paris, que testemunhou a audácia, a coragem e
[15] o jeitinho brasileiro de fazer ciência.
Adaptado de: NICOLELIS, Miguel A.L. É preciso sonhar grande. Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Galileu/0,6993, ECT611130-1726,00.html. Publicado em 2003 e acessado em 09 set. 2015.
INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere as expressões empregadas no texto e preencha os parênteses com V (verdadeiro) e F (falso).
( ) Há marcas de posicionamento crítico do autor, como se comprova pelo emprego de “É uma pena” (linha 02).
( ) As palavras “Nada” (linha 10), “sem” (linha 11) e “Não” (linha 12) revelam a depreciação do autor a um ponto de vista contrário ao seu.
( ) A expressão “matou a cobra” (linha 13) é utilizada pelo autor para fazer alusão às críticas enfrentadas por Santos Dumont na sociedade francesa.
( ) A expressão “jeitinho brasileiro” (linha 15) sugere que Santos Dumont abusou da improvisação brasileira para conseguir sucesso.
( ) Entre “audácia” (linha 14) e “coragem” (linha 14), há uma relação de implicação.
O correto preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é