Nos últimos anos, o desenvolvimento dos sistemas automáticos para a leitura de números, rápidos, confiáveis, relativamente baratos, permitiram a justaposição dos algarismos de controle ao número de um código, para detectar erros mais comuns. Os sistemas não corrigem os erros, mas "avisam" que ele foi cometido. Quando um código é digitado, o computador onde está instalado o sistema de identificação aplica o algorítimo de teste, para verificar se o último(s) algarismos(s) é de fato o mesmo algarismo que o algorítmo aplica ao código sem proteção.
O sistema de identificação usado para o cadastramento de pessoas físicas no Brasil, que fornece o número CPF, emitido pela Receita Federal, é um número de 11 algarísmos que fornecem as seguintes informações:
Os algarísmos de controle, nesse caso, são obtidos de um cálculo dado pelo seguinte algorítmo (regra):
- Da esquerda para a direita, multiploque cada, multiplique cada um dos nove primeiro dígitos do código, respectivamente por 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9.
- Some os resultados desde produtos e chame esta soma de S1.
- Divida S1 por 11.
- O resto desta divisão é o primeiro digito do controle.
- Considere agora, o número formado pelos nove primeiros algarismos do código e o primeiro dígito de controle determinado.
- Da esquerda para a direita, multiplique cada um destes dígitos, respectivamento por 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9.
- Some estes resultados e chame esta soma de S2.
- Divida S2 por 11.
- O resto dessa divisão é o segundo dígito do controle.
- O resto 10 é considerado zero (0).
Por exemplo, o CPF 136.985.516.04 tem seus dígitos de controle 04 errados pois, os dígitos corretos formam o número