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Violência contra as mulheres, ainda uma questão de saúde pública e de direitos humanos.
Violência contra a mulher é um importante problema de saúde pública e de direitos humanos e atinge todas as idades e classes sociais. Uma em cada três mulheres nas Américas sofreu violência e que pode ter consequências profundas e duradouras para a saúde das sobreviventes, inclusive lesão física, gravidez indesejada, aborto, doenças sexualmente transmissíveis (como a infecção pelo HIV/AIDS), além de uma série de impactos negativos na saúde mental. A violência tem como ser prevenida. A “Estratégia e Plano de Ação sobre o Fortalecimento do Sistema de Saúde para Abordar a Violência contra a Mulher” (PAHO/OMS) faz uma análise da situação atual da violência contra as mulheres na América Latina e Caribe e sugere indicadores para monitoramento de progresso. No Brasil, a notificação das violências foi estabelecida como obrigatória por vários atos normativos e legais. Destacamos a Portaria GM/MS nº 1.271 de 06 de junho de 2014 que torna imediata a notificação dos casos de violência sexual e de tentativas de suicídio, independente do sexo, com o propósito de garantir a intervenção oportuna nos casos.
Disponível em: https://www.ghc.com.br/files/arq.ptg.6.1.12382.pdf. Acesso em: 30 set. 2018.
Sobre o texto acima é CORRETO afirmar que: